"Escrever é usar as palavras que se guardaram: se tu falares de mais, já não escreves, porque não te resta nada para dizer." [M.S.T.]

13.10.09

As histórias de amor verdadeiro nem sempre têm um final feliz. Aprendi isto aos 22 anos. Shame on me!

4 comentários:

  1. Seja aos 22, aos 15 ou aos 40, o importante é que se aprende. Acho que, de uma maneira ou de outra, acabamos sempre, todos, por aprender.
    Eu também aprendi aos 22. Ainda só envelheci um ano, mas quer acreditem quer não foi o ano de maior e melhor aprendizagem da minha vida!

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  2. Eu aos 27 estou ainda a interiorizar essa triste constatação mas ainda assim, mmuitas vezes nao acredito nessa maxima "histórias de amor-->finais nao felizes" e continuo a axar q os finais podem ser felizes!

    Mas foram 10anos em que muito vivi, experimentei, aprendi, sofri e chorei..e posso dizer que hoje choro melhor d q ninguem, sofro com menos dor e vivo a minha vida muito melhor por tudo que adquiri( bom ou mau)

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  3. As histórias de amor têm recordações felizes. E isso deveria bastar para nos aquecer o coração. É dessas histórias (de todos os começos, meandros e finais sem sempre pacíficos) que a nossa vida se vai escrevendo. Que vamos crescendo. Que nos vamos tornando gente com o sangue a correr.

    [Eu aprendi tarde. Disse-me uma vez uma amor antigo que deveria ter tido o meu primeiro desgosto de amor na altura certa. Naquela fase da vida onde relativizamos tudo de forma mais ligeira… Aprendi tarde, é certo. Mas não demasiado tarde, como ele um dia me disse.]

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  4. é um meio de aprendizagem,seja a que idade for...com um beijo

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